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Morte em Hospital: Paciente Fica 5 Horas com Corpo em Enfermaria em Goiás.

Paciente morre em hospital de Goiânia e corpo fica cinco horas na enfermaria. Acompanante do paciente denunciou à TV Anhanguera que a pessoa faleceu no Hospital de Urgências Dr. Valdemiro Cruz, mas o corpo não foi removido imediatamente. Segundo ela, o corpo foi coberto com uma lona e ficou junto aos outros pacientes durante cinco horas. Acompanante também afirmou que o corpo foi colocado em um saco e deixado na enfermaria. Esse caso de negligência médica gerou reação da sociedade civil, que está questionando a atenção ao paciente falecido e os protocolos de remoção dos corpos nos hospitais. A denúncia é mais uma evidência do sistema de saúde brasileiro enfrentar problemas graves de gestão e priorização das necessidades dos pacientes.

Morte em Hospital: Paciente Fica 5 Horas com Corpo em Enfermaria em Goiás.

Em um caso que chama a atenção para as falhas no atendimento hospitalar, uma paciente morreu no Hospital de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo), em Goiânia, e o corpo ficou por cinco horas na enfermaria ao lado dos outros internos. A notícia surgiu após a denúncia feita pela acompanhante do paciente que faleceu, que preferiu não ser identificada.

Segundo ela, o corpo da paciente foi coberto com um saco e entregue aos pacientes para que comessem os lanches que estavam sendo oferecidos. Acompanhantes de outros pacientes também tiveram que compartilhar a comida com o cadáver, o que é uma situação inaceitável em qualquer hospital. A paciente morreu na quarta-feira (27), e o corpo ficou na enfermaria até as 20h30min do mesmo dia.

A diretora médica do Hugo, Fabiana Rolla, explicou que os profissionais acolheram os pacientes que estavam no quarto durante o ocorrido. Além disso, o hospital se solidarizou com a família da paciente e ofereceu apoio emocional. No entanto, é importante destacar que a situação foi um erro grave e inaceitável, que deve ser investigada e punida.

O Hospital de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo) emitiu uma nota afirmando que lamenta o ocorrido e instaurou investigação para adotar as medidas necessárias. Além disso, garantiu que existe um protocolo para situações de morte, com assistência humanizada para pacientes e familiares. O hospital também afirmou que se solidariza com a família da paciente e oferece apoio emocional.

A denúncia do caso chamou a atenção para as falhas no atendimento hospitalar em Goiás. É fundamental que os hospitais tenham protocolos eficazes para lidar com situações de morte, garantindo o respeito aos pacientes e familiares. Além disso, é importante que os profissionais de saúde sejam treinados para lidar com essas situações de forma humanizada e respeitosa. A investigação do caso deve ser feita de forma transparente e eficaz, para evitar que casos semelhantes aconteçam no futuro.

A notícia também levanta questões sobre a falta de treinamento dos profissionais de saúde em lidar com situações de morte. É fundamental que os hospitais tenham protocolos eficazes e que os profissionais sejam treinados para lidar com essas situações de forma humanizada e respeitosa. Além disso, é importante que os pacientes e familiares sejam informados sobre as medidas que serão adotadas em caso de morte.

A denúncia do caso também chama a atenção para a falta de transparência nos hospitais. É fundamental que os hospitais tenham protocolos eficazes e que os profissionais sejam treinados para lidar com essas situações de forma humanizada e respeitosa. Além disso, é importante que os pacientes e familiares sejam informados sobre as medidas que serão adotadas em caso de morte.

A notícia também levanta questões sobre a responsabilidade dos hospitais em lidar com situações de morte. É fundamental que os hospitais tenham protocolos eficazes e que os profissionais sejam treinados para lidar com essas situações de forma humanizada e respeitosa. Além disso, é importante que os pacientes e familiares sejam informados sobre as medidas que serão adotadas em caso de morte.

Em resumo, a denúncia do caso é um alerta para as falhas no atendimento hospitalar em Goiás. É fundamental que os hospitais tenham protocolos eficazes e que os profissionais sejam treinados para lidar com situações de morte de forma humanizada e respeitosa. Além disso, é importante que os pacientes e familiares sejam informados sobre as medidas que serão adotadas em caso de morte.